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quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Primeiro, clique na imagem e esqueça o Radiohead em letras garrafais. Preste atenção no trecho em amarelo. Ok, agora vamos por partes. Oh, eu odeio esses 'boatos'! Me fazem ter esperanças e brochar depois. Não é a primeira vez que falam que Sigur Rós vem ao Brasil, por isso já me eduquei e não me descabelei muito ao ler essa notícia. Só pensei na possibilidade de vender minha alma pra comprar o ingresso, que com certeza custaria os olhos, a boca e o nariz da cara. A primeira e única vez que tocaram aqui faz sete anos, no Free Jazz, abrindo show do Belle & Sebastian. Conheci a banda há uns quatro e disse a mim mesma que, se eles voltassem, eu despencaria de onde fosse pra ouvi-los de perto. É o tipo de show pra se vender a alma mesmo e ir, entende? Os boatos de que os Sigur Rós estariam no Brasil ano que vem já rolam faz um tempo, mas alguns são tão imprecisos que nós, fãs, já ficamos com um pé atrás mesmo doidos pra que sejam verdade. Com esse não seria diferente. Também adoro Radiohead, mas eles sozinhos não me fariam sair de carroça atrás. Agora, voltando à matéria da revista mexicana: será que os Sigur Rós fariam mesmo um tour pela América do Sul depois de sete anos na Europa? E mais, junto com os Radiohead? Aliás, o show é junto assim, de fato, com eles, ou é um tour separado pelos mesmos lugares? Ali diz que os Radiohead serão aparentemente acompanhados pelos Sigur Rós. Aí está, aparentemente. Como assim, José? Não sei, mas é desestimulante pra gente acreditar. E se o show é junto mesmo, tem que ser um palco bem grande, viu? Deve ser um troca-troca danado, tocando Fake Plastic Trees, depois Ágætis Byrjun, Paranoid Android e Glósóli, Reckoner e Gobbledigook. É que os Sigur Rós não são só quatro caras fazendo música. O palco teria que comportar ainda o quarteto de violinos e violoncelos Amiina, além dos caras dos instrumentos de sopro. Difícil, não? Imagina as duas bandas ao mesmo tempo, que lóoucura. Depois: Sigur Rós finlandeses? Que credibilidade tem um jornalista que nem procura saber a nacionalidade correta deles? E cadê o acento no O? Tem que ter acento, claro! Aposto que se fosse uma banda alemã, nenhum trema ia faltar. Mas enfim, só nos resta esperar a confirmação dessas historinhas. Ainda estamos no sonho de ver um concerto aqui e sair com a cara inchada de tanto chorar. Se maravilhar com as meninas do violino, com Kjartan no piano e Jónsi tocando sua guitarra com em arco de violoncelo. Enquanto isso, alguém se habilita a pagar caro pela minha alma? Não está à venda a chifrudos com tridente na mão.
Hoppípolla, do DVD Heima. (p.s: Hoppípolla = Jumpin' puddles)
17:44
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Primeiro, clique na imagem e esqueça o Radiohead em letras garrafais. Preste atenção no trecho em amarelo. Ok, agora vamos por partes. Oh, eu odeio esses 'boatos'! Me fazem ter esperanças e brochar depois. Não é a primeira vez que falam que Sigur Rós vem ao Brasil, por isso já me eduquei e não me descabelei muito ao ler essa notícia. Só pensei na possibilidade de vender minha alma pra comprar o ingresso, que com certeza custaria os olhos, a boca e o nariz da cara. A primeira e única vez que tocaram aqui faz sete anos, no Free Jazz, abrindo show do Belle & Sebastian. Conheci a banda há uns quatro e disse a mim mesma que, se eles voltassem, eu despencaria de onde fosse pra ouvi-los de perto. É o tipo de show pra se vender a alma mesmo e ir, entende? Os boatos de que os Sigur Rós estariam no Brasil ano que vem já rolam faz um tempo, mas alguns são tão imprecisos que nós, fãs, já ficamos com um pé atrás mesmo doidos pra que sejam verdade. Com esse não seria diferente. Também adoro Radiohead, mas eles sozinhos não me fariam sair de carroça atrás. Agora, voltando à matéria da revista mexicana: será que os Sigur Rós fariam mesmo um tour pela América do Sul depois de sete anos na Europa? E mais, junto com os Radiohead? Aliás, o show é junto assim, de fato, com eles, ou é um tour separado pelos mesmos lugares? Ali diz que os Radiohead serão aparentemente acompanhados pelos Sigur Rós. Aí está, aparentemente. Como assim, José? Não sei, mas é desestimulante pra gente acreditar. E se o show é junto mesmo, tem que ser um palco bem grande, viu? Deve ser um troca-troca danado, tocando Fake Plastic Trees, depois Ágætis Byrjun, Paranoid Android e Glósóli, Reckoner e Gobbledigook. É que os Sigur Rós não são só quatro caras fazendo música. O palco teria que comportar ainda o quarteto de violinos e violoncelos Amiina, além dos caras dos instrumentos de sopro. Difícil, não? Imagina as duas bandas ao mesmo tempo, que lóoucura. Depois: Sigur Rós finlandeses? Que credibilidade tem um jornalista que nem procura saber a nacionalidade correta deles? E cadê o acento no O? Tem que ter acento, claro! Aposto que se fosse uma banda alemã, nenhum trema ia faltar. Mas enfim, só nos resta esperar a confirmação dessas historinhas. Ainda estamos no sonho de ver um concerto aqui e sair com a cara inchada de tanto chorar. Se maravilhar com as meninas do violino, com Kjartan no piano e Jónsi tocando sua guitarra com em arco de violoncelo. Enquanto isso, alguém se habilita a pagar caro pela minha alma? Não está à venda a chifrudos com tridente na mão.
Hoppípolla, do DVD Heima. (p.s: Hoppípolla = Jumpin' puddles)
17:44
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